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ACADEMIA ECOLÓGICA


A Ecofit, academia de ginástica localizada na zona oeste de São Paulo, já nasceu com o conceito 100% ecológico, foi inaugurada em 2005 num prédio de 5 andares com iluminação diferenciada, dando preferência à luz natural por meio de sua fachada de vidro, tanto que, excluindo o subsolo, a luz artificial raramente é ligada antes das 18 horas.

Ventilação por abertura de janelas, aquecimento solar e captação da água da chuva são itens que fazem parte da arquitetura, assim como a decoração que utiliza móveis de madeira de reflorestamento.

Além da estrutura, a coordenadora do departamento de sustentabilidade da Ecofit, Ester Fernandes Vallechi diz que várias ações são postas em prática, entre elas a coleta seletiva, a reciclagem de lixo orgânico, coleta de lâmpadas fluorescentes e pilhas, entre outras.

Ester acha que a academia é um lugar que as pessoas frequentam com regularidade, e a sustentabilidade presente no local passa a fazer parte do dia a dia delas.
Dessa forma, com a economia gerada, seja na conta de luz ou água, todo mundo sai ganhando e o planetinha azul agradece.

Grande exemplo de conscientização do público interno e externo.

Para quem quiser conhecer, o site da Ecofit é http://www.ecofit.com.br/ e fica na Rua Cerro Corá nº 500 - Alto de Pinheiros - São Paulo.


Movimento verde não é tendência, mas uma maneira de viver.



Os consumidores mundiais querem mais oferta de produtos ecológicos e sustentáveis e mais informações dos varejistas sobre suas iniciativas e itens disponíveis no mercado.

Essas foram algumas das constatações de um dos maiores especialistas em varejo do mundo, Will Ander no 13º Fórum de Varejo da América Latina, em São Paulo, durante o Multi Retail, considerado o maior acontecimento varejista multiformato no Brasil, e teve como tema a "Sustentabilidade na visão do consumidor global".

"Cerca de 60% dos consumidores norte-americanos incluem produtos ecológicos em suas compras no varejo, o movimento verde não é mais uma tendência mas uma maneira de viver, não há caminho de volta nesse processo, todas as empresas varejistas devem estar envolvidas com a sustentabilidade", disse Ander.

Segundo ele, cada vez mais os consumidores exigem informações e comprometimento da indústria varejista em relação ao tema. No Brasil, por exemplo, conforme levantamento da GS&MD - Golvea de Souza, 59% dos chamados "meta-consumidores" - termo usado para definir aqueles que têm preocupações além do ato de consumir - gostariam que os varejistas e indústrias comunicassem os valores sustentáveis dos produtos e ajudassem a identificar as melhores opções do consumo consciente.

E, em todo o mundo 75% consideram que não existe boa comunicação no ponto de venda a respeito dos produtos sustentáveis e de seus benefícios. Neste sentido, Ander citou o WAL-MART como a principal rede do setor visivelmente envolvida no tema, que lançou o Pacto pela Sustentabilidade aqui no Brasil.
A rede WAL-MART já conseguiu evitar o uso de 30 milhões de sacolas plásticas utilizadas em suas lojas no país.

Ainda segundo Will Ander, no mundo 75% afirmaram que pagariam no máximo 10% a mais por um produto sustentável, nos EUA por exemplo, 70% dos consumidores pagariam até 5% a mais por um produto "verde".

As empresas varejistas precisam ter uma atuação mais forte e evidente na comunicação de suas iniciativas sustentáveis, o varejo é o setor que está mais próximo do consumidor, e a comunicação no ponto de venda é o principal canal de contato com o público.

O PDV é o verdadeiro Jornal Nacional.
Fonte: Jornal Propaganda e Marketing

Projeto McDonald´s une sustentabilidade e responsabilidade social



O que fazer com todos aqueles banners das lojas do McDonald´s depois que não servem mais? Que tal transformá-los em aventais, bolsas, lixeirinhas para carro?

No fim do ano passado a equipe Arcos Dourados, empresa que opera a marca McDonald´s na América Latina deparou-se com essa questão: era necessário incinerar uma grande quantidade de banners utilizados nos restaurantes e isso acontecia justamente no momento em que a companhia começava a intensificar suas práticas de sustentabilidade.

A partir daí, surgiu o PROJETO REFAZENDO, que começou por acaso em novembro de 2009 quando uma pessoa da agência de publicidade que atende o McDonald´s indicou o trabalho do Clube das Mães.

O Clube das Mães do Brasil é uma entidade sem fins lucrativos com sede na região central de SP, onde o principal objetivo é capacitar pessoas, principalmente moradores de rua para desenvolver atividades produtivas.

Os banners foram encaminhados para esta entidade e tiveram carta branca para criar o que quisessem, como resultado produziram aventais, estojos, necessaires com estampas de sanduíches e batatas fritas.

A parceria funciona assim: o McDonald´s fornece os banners e compra os produtos do Clube das Mães, os itens são distribuídos como brindes para fornecedores, funcionários e convidados de eventos institucionais, e de novembro de 2009 a maio deste ano o Clube das Mães produziu 800 peças.

Em resumo foi um bom negócio para o meio ambiente, para os moradores de rua e para o McDonald´s.

Precisamos de mais iniciativas como essa, o planeta agradece e todo mundo sai ganhando!
Fonte: Super Varejo e Clube das Mães

Sustentabilidade é parte da gestão

Sustentabilidade é um grande desafio, uma incrível oportunidade de fazer o que fazemos de maneira diferente, reinventada e mais eficiente.
Os campos de oportunidades são imensos e muitas vezes surpreendentes.

Há aproximadamente 10 anos, o tema começou a engatinhar na agenda corporativa de grandes companhias e hoje já está cada vez mais incorporado à gestão dos negócios, mas há muito a avançar.
Existem muitas empresas que, apesar deste ser o assunto do momento, ainda precisam de um "choque de sustentabilidade", a metade do copo cheio é ver o quanto já avançamos neste tema.

A pressão dos consumidores "verdes" está cada vez mais presente, e o mercado, para se adaptar aos novos cenários, anda se movimentando para seguir um modelo sustentável de negócios, estes consumidores andam perguntando diretamente às empresas sobre as práticas sustentáveis e provocando mudanças positivas nas corporações.

Com o interesse crescente da sociedade e dos consumidores pelos temas socioambientais, as mensagens de comunicação das empresas baseadas em questões de sustentabilidade tendem a ser cada vez mais valorizadas nos próximos anos.

Resumindo, a sustentabilidade hoje é parte integrante da gestão e não mais algo a se fazer. Essa afirmação talvez soe óbvia demais dentro de 10 ou 20 anos (espero), e deixo a minha visão registrada de que a sustentabilidade está para a gestão como o lucro está para os negócios.

Fonte: Revista Idéia Sustentável

Congresso ALAS pela Sustentabilidade nas Américas


A Associação Latino Americana de Supermercados - ALAS - realizou entre os dias 21 e 23 de agosto o IV Congresso Panamericano de Supermercados, onde estiveram presentes representantes do setor varejistas do México, Porto Rico, Bolívia e Paraguay, para discutir os problemas e soluções em sustentabilidade na América Latina.

Cerca de 200 empresários e líderes do setor de autosserviço, assim como especialistas no tema sustentabilidade estiveram presentes, como o Helio Mattar do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, que moderou um painel com a participação de diretores de sustentabilidade do Wal-Mart, Pão de Açúcar, Nestlé.

"O mundo já consome 30% mais do que é produzido. Em 2050 vamos precisar de dois planetas e, se todo mundo consumisse como os mais ricos, seriam necessários cinco planetas para abastecer a população mundial", disse Helio Mattar sobre o consumo desenfreado da população mundial.

Representando o governo brasileiro, a Sra. Samyra Crespo, secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental, que falou sobre o novo plano de ação para a Produção e Consumo Sustentáveis (PPCS) e sobre as atividades que o governo vem exercendo para combater as queimadas e o desmatamento.
Entre os principais objetivos do plano PPCS estão:

* Varejo e consumo sustentável
* Agenda ambiental na Administração Pública
* Educação para o Consumo Sustentável
* Aumento da Reciclagem de Resíduos Sólidos
* Compras Públicas Sustentáveis
* Promoção de Iniciativas para Construções Sustentáveis

E como era de se esperar, o tema mais abordado foi sacolas plásticas. No México por exemplo, o responsável pela área de Pesquisas de Gerenciamento de Resíduos do Ministério do Meio Ambiente, Sr. Guillermo Encarnación Aguilar começou fazendo a seguinte pergunta: "Qual é o custo de ter o que temos em casa?".

O tema, segundo ele, é tão polêmico no México que virou assunto de governo e motivou um estudo sobre o ciclo de vida das sacolas plásticas. Ele finalizou dizendo que a meta no varejo mexicano são os 3 R´s: Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

Porto Rico, apesar de ser tão pequeno tem grandes problemas ambientais a começar pelo abastecimento que depende de 90% do que vem do exterior, disse o Presidente da Junta de Qualidade Ambiental de Porto Rico, Sr. Pedro Nieves Miranda. Segundo ele, a maior fonte de renda do país ainda é o turismo e por isso a grande preocupação com a qualidade de suas lindas praias.

O tema sustentabilidade ganha a atenção de toda a América Latina:

92% dos consumidores latino-americanos ouviram falar em aquecimento global e se preocuparam com ele

6% da população da América Latina é formada por "consumidores verdes"

80% dos consumidores latino-americanos têm hábito de fazer uso racional de água na hora do banho e na limpeza da casa

8 em cada 10 latino-americanos gostariam que a informação do impacto ambiental (emissão de gás carbônico, política da empresa em relação aos resíduos, etc.) estivesse destacada nas embalagens dos produtos.

59% dos consumidores latino-americanos na hora de comprar um carro se preocupam em saber sobre a emissão de gases prejudiciais ao meio ambiente

Para a diretora da ABRE -  Associação Brasileira de Embalagens, Luciana Pelegrino não dá para ser meio sustentável, para ela a empresa que quiser fazer melhor, seguindo os preceitos da sustentabilidade, tem de começar a atuar a partir dos seus colaboradores, com responsabilidade social.

O IV Congresso Panamericano da Alas me trouxe mais esperança, me trouxe a visão de que cada país está fazendo a sua parte em benefício do planeta, temos que proteger o planeta, porque é ele quem nos protege, já dizia o mestre Osho.

O varejo é o responsável pela distribuição de milhões de sacolas plásticas no mundo todo, uma das maiores vilãs no meio ambiente. É dever e não mais opção acabar com esse problema. Os varejistas do Brasil estão caminhando para esta mudança como algumas lojas em Xanxerê (Sul) e Jundiaí já fizeram, porém há que se mudar o relacionamento do consumidor com as sacolinhas, já é uma cultura por aqui o uso delas, e quando você recusa a caixa do supermercado até acha estranho.

Deve existir em cada loja de supermercado uma educação para o consumo consciente, e deve começar internamente, deve ser o endomarketing do varejo, o ponto de vista dos grandes empresários supermercadistas precisa mudar imediatamente, agora é uma questão de sobrevivência!!


ÁRVORES VOADORAS



Se você fosse um extraterrestre voando de espaçonave na alta atmosfera do Planeta Terra há 100 mil anos atrás o que veria abaixo de você seria muito azul do oceano, muito branco dos pólos, um tanto de amarelo avermelhado dos desertos e imensas extensões de um verde felpudo: as árvores.
 
Se voltasse 50 mil anos depois, veria mais ou menos a mesma coisa. E não seria muito diferente a paisagem na janela se você cruzasse o céu no tempo do avô do seu tataravô.
 
Mas, se você fosse passear de disco voador hoje, veria uma mudança bem fácil de notar: o verde felpudo está acabando. Hoje há apenas metade das 800 bilhões de árvores que havia há cento e poucos anos. Para onde foram as árvores?
 
Elas desmaterializaram-se.
 
Foram queimadas para produzir energia. Foram transformadas em papel e depois descartadas para apodrecer nos aterros sanitários.
 
Desmaterializaram-se, mas não sumiram. Afinal, desde o tempo de Lavoisier se sabe que nada desaparece: as coisas mudam de forma. Nossas árvores, transformadas em gás carbônico (fumaça) e gás metano (do lixo), estão neste exato momento flutuando sobre a sua cabeça, prezado leitor.
 
Óbvio que isso traz consequências para o clima. Ou você acha que 400 bilhões de árvores gasosas voando na atmosfera passam despercebidas? Óbvio que essas gases fazem diferença no ar que respiramos, no equilíbrio das correntes de ar, na dinâmica do transporte de umidade, na transmissão de calor. No clima.
 
Lógico também que a ausência dessas árvores faz falta cá embaixo na terra. Ao arrancá-las, o que deixamos foi terra exposta. Exposta, ela escorre para os rios, gerando assoreamento. Ela é fritada pelos raios de sol, o que mata nutrientes. Ela se saliniza, perde a fertilidade. Ela é compactada e torna-se impermeável. Ela é comida pela erosão. Ela dá à luz desertos.
 
Aí a atmosfera mudada pelas árvores voadoras (e também pelo petróleo queimado) acaba explodindo com mais frequência em tempestades, nevascas, furacões, tufões, ondas de calor. E tudo isso acaba carcomendo ainda mais o solo exposto. E os rios, entupidos pelo assoreamento, não dão vazão às chuvas cada vez maiores. E nossas cidades se acabam em enchentes, deslizamentos, falta d’água, epidemias.
 
Tudo isso é causado pela desmaterialização das árvores.
 
O que me faz pensar…
 
A solução é simples: rematerializem as árvores!

Tirem-nas da atmosfera e fixem-as novamente no solo. Uma árvore, quando cresce, suga as árvores voadoras da atmosfera. Cada árvore nova no chão é uma árvore voadora a menos no ar.

As árvores rematerializadas vão segurar e proteger o solo de novo. E os rios voltarão a correr.
 
E, se por acaso algum ET atento voar pelo céu de espaçonave e olhar para baixo pela janela, vai anotar no diário de bordo:
 
– Está tudo certo aqui de novo.

Por Denis Russo Burgierman - Colunista Revista Veja

Te dou 10 motivos para recusar sacolinhas


1. Os plásticos convencionais levam cerca de 400 anos para se decompor. Segundo um levantamento do Ministério do Meio Ambiente, de 2009, cada família brasileira descarta cerca de 40kg de plásticos por ano e mais de 80% dos plásticos são utilizados apenas 1 vez.
 
2. Por serem leves, os sacos plásticos voam com o vento para diversos locais e acabam poluindo não apenas as cidades, mas também nossos biomas, as florestas, rios, lagos e oceanos.
 
3. A sopa de lixo que flutua pelo oceano Pacífico contém mais de 100 milhões de toneladas, sendo que 90% são constituídos de detritos de plástico. Desse total, 80% vêm do continente.
 
4. Nos oceanos, as sacolas plásticas se arrebentam em pedaços menores e se tornam parte da cadeia alimentar de animais marinhos dos mais variados tamanhos. Ao ingerirmos esses animais, engolimos também resíduos de plástico que fazem mal à nossa saúde.

5. A ingestão de pedaços de sacolas plásticas já é uma das principais causas da mortes de tartarugas, que confundem o plástico com comida e têm seu aparelho digestivo obstruído. Estima-se, ainda, que em torno de 100 mil mamíferos e pássaros morram sufocados por ano por ingerirem sacos plásticos. Na Índia, cerca de 100 vacas morrem por dia por comerem sacolas plásticas misturadas a restos de alimentos.
 
6. Nas cidades, as sacolas descartadas de maneira incorreta entopem bueiros, provocando enchentes, que causam a morte de pessoas e animais domésticos, destroem plantas e árvores e até contribuem para que os peixes nadem para fora do leito de rios e morram.
 
7. Jogadas em um canto qualquer da cidade, as sacolinhas podem acumular água parada e permitir a proliferação do mosquito da dengue.

8. O plástico já é o segundo material mais comum no lixo municipal. Quando os aterros chegam à sua capacidade máxima, é preciso abrir outras áreas que poderiam ser utilizadas para plantio de vegetação nativa, por exemplo para o depósito de resíduos.
 
9. O material orgânico depositado em sacos plásticos demora mais para ser degradado e decomposto em nutrientes e minerais, que serão utilizados em outros processos biológicos.
 
10. Com a decomposição lenta dos resíduos orgânicos aprisionados nas sacolas plásticas, produz-se mais metano e CO2, que são liberados quando a sacola é rasgada e contribuem para a aceleração do aquecimento global.

Convencido que a sacola plástica é a maior roubada?
Recuse sempre a sacola, leve uma retornável ou use caixas de papelão.