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iPhone Solar


iPhone, Smartphone, iPod, aparelhos extremamente utilizados ao redor do mundo, e como todo equipamento eletrônico, consomem energia para recarregá-los.
Por isso apareceu o Solar Surge, um equipamento que utiliza energia solar para carregar iPhones e iPods, desenvolvido pela Novothink, o produto funciona como uma capa de celular e transforma a energia do sol - captada pelo pequeno painel solar acoplado - em eletricidade diretamente para o aparelho.
Na lateral do Solar Surge, existem quatro luzes que indicam a situação da bateria e se a incidência de sol é suficiente.
Quando a carga está completa, o produto armazena energia em uma bateria interna para utilizá-la quando necessário. O Solar Surge já foi aprovado pela Apple e é compatível com os modelos mais recentes do iPhone e iPod, custa 69,99 dólares e está disponível em diversas cores.

Bom, parte do ano você fica sem usar por causa do inverno (risos).
Fonte: Revista Atitude Sustentável - http://www.atitudesustentavel.com.br/

Faxina Urbana - Arte


Com um pano úmido na mão e uma idéia na cabeça, o artista plástico Alexandre Órion transformou um túnel de São Paulo em um alerta sobre a poluição.

Durante 13 madrugadas seguidas, Alexandre Órion, 27 anos, cumpriu o mesmo ritual. Usando um respirador, chegava ao túnel Max Feffer, que liga a avenida Europa à avenida Cidade Jardim, em São Paulo, instalava-se no único corredor para pedestres que a passagem possui, e durante quase oito horas percorria as paredes com seus movimentos artísticos. 

Em um túnel monitorado por câmeras, milhares de caveiras foram desenhadas, insinuando um sítio arqueológico urbano. E o mais legal disso é que no lugar da previsível lata de spray Alexandre usava apenas um pano úmido, com o qual retirava a fuligem da parede e desenhava as tais caveiras.

A idéia surgiu quando Órion reparou que as paredes do túnel, originalmente amarelas, estavam completamente pretas meses depois da inauguração. "Fiquei intrigado com aquilo, achando que talvez fosse por causa do material." Parou para tirar a prova: era fuligem acumulada. "Sabia que podia fazer alguma coisa, tinha descoberto uma possibilidade técnica." Sim, era possível usar a poluição como matéria-prima para tratar dela mesma. "Se eu removesse a fuligem, sobrariam crânios, como um sítio arqueológico." A simulação de uma caverna também casava-se muito bem com um lugar que não foi construído para pedestres. "Acho curioso você pensar em um modelo de cidade onde vários lugares são destinados ao carro, que te exclui. É elitista."

As pessoas o questionavam sobre a escolha dos crânios. "Era uma mensagem agressiva, mas não era gratuita ou irresponsável. Tinha fundamento. Talvez se tivesse colocado flores elas estariam lá até agora, não teriam incomodado ninguém. Mas seria passar a mão na cabeça, seria dizer: 'Continuem poluindo que eu faço flores'", conta.

A escolha daquele túnel era proposital por levar ao Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista. As visitas da polícia eram constantes, desde a primeira madrugada. "O curioso era ver a desconstrução da autoridade. Toda primeira abordagem tinha uma postura agressiva: 'O que você está fazendo?', eles perguntavam. Eu respondia que estava limpando, bem provocador mesmo. Eles duvidavam e eu mostrava o pano para provar. A autoridade sumia, porque era realmente curioso ver 200 metros de crânio e perceber que aquilo era somente limpeza."

BORRACHA

Na metade da 13ª madrugada, três caminhões-pipa da prefeitura apagaram somente os 300 metros (cerca de 3.500 caveiras) desenhados por Alexandre. "Eles não queriam meu trabalho lá. Tentaram me impedir e não conseguiram, porque limpar não é crime, mas cometeram um outro, que é o da censura." Com a limpeza, ele partiu então para outro túnel, o da avenida Rebouças, bem próximo dali. "As pessoas falam que meu projeto deu certo porque decidiram limpar o túnel. Mas limpar não basta. É dizer: 'Pode continuar sujando que a gente vai limpar'. A questão é parar de poluir", diz.

As caveiras são apenas uma etapa de um projeto maior. "Estou trabalhando em algo que fala de poluição em vários sentidos." Órion está usando a fuligem que recolheu do túnel para um outro trabalho. Dos panos que usou para desenhar as caveiras, decantou a fuligem e criou tinta para telas que ele pinta atualmente. "Por subtração, eu fiz o trabalho do túnel. Por adição, eu estou usando a mesma fuligem nas telas e falando de vida."
Fonte: Planeta Sustentável/Revista MTV

ANIMAL SUSTENTÁVEL


É possível transformar seu cão ou gato em um defensor do meio ambiente? Claro que sim.
Estima-se que haja em todo o mundo 250 milhões de cães domésticos, 32 milhões deles no Brasil.
Imagine o impacto na natureza, se a cada passeio diário com os bichinhos, pelo menos uma sacola plástica de supermercado for usada para recolher os dejetos do animal. Seriam necessários milênios para a decomposição de todo o plástico descartado.

E já que sustentabilidade está na moda, já estão disponíveis no mercado algumas alternativas "verdes" capazes de incluir os queridos peludos num estilo de vida mais amigo da natureza. Na lista de produtos ecológicos para os animais domésticos entram saquinhos de papel para coleta, xampus e produtos de limpeza livres de químicas nocivas, fraldas biodegradáveis e até casinhas ecológicas.

Abaixo algumas dicas sustentáveis para facilitar a contribuição dos bichinhos com o meio ambiente:

Para limpar a sujeira:

A utilização de embalagens de papel para recolhimento de fezes de animais já é tradição em países como Alemanha, Israel, Suécia, Holanda e Tchecoslováquia, entre outros. No Brasil, a iniciativa pioneira chama-se Kata Kaka. Trata-se de um Kit, com pá e saquinho de papel reciclado, ambos descartáveis e rapidamente degradáveis, que podem ser acondicionados em um display instalado na saída dos edifícios. Cerca de mil condomínios de São Paulo já aderiram ao Kata Kaka.

Lar doce lar:


Casinhas recicláveis e biodegradáveis feitas 100% de papelão. Além de higiênicas, elas funcionam como isolante térmica e são antialérgicas. Embora comum nos Estados Unidos, por aqui as casinhas ecológicas de papelão para cães e gatos começaram a ser fabricadas há apenas oito meses, pela EcoBichos. Com durabilidade de três meses, as casinhas de papelão ainda podem ser coloridas pelos donos ou pela criançada. Só tem que tomar cuidado para não molhar.

Cheirosos e no estilo:


Xampus, sabonetes e condicionadores à base de substâncias naturais, tapetes ecológicos, ecobags e até um kit viagem feito de material reciclado são alguns dos produtos "verdes" da Dog´s Care. A empresa brasileira é a pioneira na produção de fraldas de plástico óxibiodegradável, material que se decompõe até 20 vezes mais rápido que um saco comum. Ela também possui uma linha de acessórios produzida com tecidos de algodão, lonas recicladas, garrafas Pet e ecojuta, uma fibra natural da Amazônia.

Seu amiguinho já entrou nessa onda sustentável?
Fonte: Planeta Sustentável/Portal Exame

Óleo no Golfo 2 meses depois - Poderemos agir a tempo?



Há muitas coisas que não sabemos sobre o futuro. Mas estejamos certos de que nossa maneira tradicional de agir não vai durar muito. Mudanças drásticas são inevitáveis, a morte da nossa civilização não é mais uma teoria, já é o caminho que trilhamos.

Poderemos mudar de trajetória antes que seja tarde demais?

Não é fácil aceitar a idéia de que nossa civiização está caminhando para tal destino, é muito complicado imaginar algo que nunca experimentamos, quase não temos o vocabulário.

Vivemos uma disputa entre a velocidade dos políticos e a velocidade da natureza, seremos capazes de acabar com o desmatamento da Amazônia antes que a região seque, fique vulnerável ao fogo e transforme-se numa área desértica?

Quando olho para o que está acontecendo há 2 meses no mar do Golfo, me falta esperança e otimismo.

Acima um link para atual situação no Golgo.


ÁGUA - O MUNDO TEM SEDE


Não houve mudanças no teor de umidade na Terra. A água que os dinossauros bebiam há milhões de anos é a mesma que hoje vem como chuva, mas vai existir água suficiente em um mundo cada vez mais populoso?
Água é vida, ela é o caldo de onde surgimos, o sistema circulatório do mundo. Nosso maior temor é a ameaça de escassez de água.

Quase 70% da água doce do mundo está sob a forma de gelo, parte do restante constitui os chamados aquíferos (formação ou grupo de formações geológicas que pode armazenar água subterrânea. São rochas porosas e permeáveis, capazes de reter água e de a ceder) que vêm sendo explorados num ritmo maior que a taxa natural de recarga.

Dois terços de nossa água são usados no cultivo de alimentos, cada brasileiro consome cerca de 132 litros de água por dia, enquanto milhões de pobres no mundo sobrevivem com menos de 19 litros.
46% da população mundial não tem água encanada em casa, nos países em desenvolvimento as mulheres caminham em média 6 quilômetros para obter água, e em 15 anos 1,8 bilhão de pessoas viverão em regiões com grave escassez de água.

Com 83 milhões de pessoas adicionais no planeta por ano, é hora de mudarmos os nossos critérios de uso não acham?
A gestão da água no Brasil precisa melhorar, e muito! E isso não depende apenas do governo mas também da sociedade, o Brasil possui recursos naturais que se bem utilizados promoverão desenvolvimento econômico e social com baixa emissão de gases de efeio estufa, o principal deles é a água.

Lí um estudo na National Geographic que diz não haver escassez de água no planeta azul, o que falta é agua doce e novas tecnologias podem criar uma forma mais eficiente de tirar o sal da água, a dessalinização. Torço para que consigam, afinal 97,5% da água da Terra é salgada.

Terra - planeta água
Fonte: National Geographic


Fornecedores lançam produtos de menor impacto ambiental

Sustentabilidade de Ponta-a-Ponta!
Esta é a iniciativa 100% brasileira que surgiu em 2008 e que faz parte de um grupo de projetos sociais da gigante do varejo, Wal-Mart.
O Ponta-a-Ponta ou End-to-End tem como objetivo desenvolver junto com os fornecedores, produtos, linhas de produtos ou categorias que considerem e reduzam os impactos socioambientais durante seu ciclo de vida e que, além disso, possa servir de modelo para o desenvolvimento de produtos mais sustentáveis.
O gerente de Sustentabilidade do Wal-Mart, Yuri Feres diz que foram necessários 18 meses de consultoria com reuniões entre fornecedores do Wal-Mart e com o Centro de Tecnologia de Embalagens (CETEA), uma divisão do Instituto de Tecnologia de Alimentos.

O resultado desse esforço foi ótimo pois ao final da proposta, 10 produtos de liderança no mercado foram criados e agora já fazem parte do mix de itens oferecidos nas lojas da rede com preço acessível e diferencial em sustentabilidade, tais como: sabão TopMaz (marca própria), esponja de banho Curauá (3M), óleo Liza (Cargill), Pinho Sol (Colgate), Mate Leão orgânico (Coca-Cola), Band Aid (Johnson e Johnson), amaciante Confort concentrado (Unilever), água Waters (Nestlé), Toddy orgânico (Pepsico) e fraldas Pampers Total Confort (P&G).
A idéia de Sustentabilidade End-to-End já está sendo exportada para todas as lojas do Wal-Mart espalhadas pelo mundo, os parceiros que aceitaram este desafio fornecem mais de 40% dos produtos comercializados nas lojas da rede e, portanto, com um grande potencial para ampliar os conceitos de seus portfólios.

SEM MERCÚRIO

Uma das últimas ações que demonstra esta preocupação com a sustentabilidade, foi a suspensão pelo Wal-Mart no início de maio deste ano, do termômetro de mercúrio que era vendido em suas farmácias nos 18 estados brasileiros em que está presente.
Em alguns países da Europa o uso do produto já foi proibido pelas autoridades sanitárias e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) criou um grupo de trabalho que estuda especificamente alternativas para reduzir o uso da substância.

PRÊMIO E INCENTIVO

O Wal-Mart criou também o Prêmio Varejo Sustentável Wal-Mart Brasil e que conta com o apoio do WWF-Brasil e do Instituto Envolverde. É um concurso nacional aberto a pesquisadores e estudantes que podem participar com projetos de ações, métodos, equipamentos, sistemas operacionais, produtos e soluções inovadoras que possam ser aplicados em qualquer etapa da operação e atuação do varejo supermercadistas.

Os projetos participantes devem contemplar os três pilares da sustentabilidade: benefícios ambientais, sociais e econômicos, ou seja, os projetos devem ser voltados para valores socioambientais, sem perder de vista o desempenho econômico, e também trazer inovação.

Quem quiser participar do concurso, deverá inscrever-se obrigatoriamente via internet, no site http://www.premiovarejosustentavel.com.br/ até o dia 16 de agosto de 2010 ás 18h. São vários prêmios, desde bolsa de estudos, até netbooks e diplomas.

Mas o maior prêmio mesmo quem recebe é o planeta, pela iniciativa sustentável de cada participante!
Fonte: Revista Gôndola/AMIS


ONU E PARTIDO VERDE DISCUTEM O CONSUMO DA CARNE


O hábito de comer carne agora é assunto da ONU e do Partido Verde, assunto este que é tabu para muitos brasileiros. Depois do cigarro, cujo combate levou uns 30 anos para ser levado á sério, o vilão da vez agora é a carne.
Você sabia que o rebanho bovino/ovino/suíno é quase tão grande quanto a população mundial? Além de sua produção provocar vários danos ao meio ambiente e á atmosfera.
Claro que todos os interessados nos lucros com a carne mais os carnívoros vão espernear e sapatear um pouco até conseguir adiar o problema, talvez leve algumas décadas, mas quando os cidadãos do mundo se convencerem de que será melhor para ele e para todos evitar a carne, ela será banida, mais dia menos dia, dos cardápios ou pelo menos drasticamente restringida, e nessa era globalizada esses processos são mais rápidos.

A ONU levanta o problema, com números inquestionáveis, e os partidos verdes, os ecologistas, os ambientalistas, os vegetarianos do mundo aplaudem.
Essa batalha não vai ser fácil, imaginem a reação dos argentinos, espanhóis, australianos, americanos e até mesmos os brasileiros carnívoros, e também produtores?
Só com muita conscientização será possível vencer mais essa, e o caminho é árduo e longo.
Eu mesma já comi muita carne, mas a gente vai ficando consciente, as informações vão entrando na nossa mente e um dia percebemos convencidos que estamos prontos para atitudes mais ecológicas e saudáveis.

Conversando com médicos a gente ouve de tudo, o mais comum é ouvir que quem tem colesterol alto deve diminuir ou até evitar o consumo de carne.
Não vai faltar quem grite: "Meu avô morreu com cem anos comendo toucinho todo dia". O que é que a gente pode responder? "Legal, sorte dele".
Só que a questão não é mais esta, arriscar ou não a saúde, a conversa agora é salvar a humanidade e planeta.

Consumo consciente é a bola da vez!
Fonte: Jornal Metro