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Gerenciando a energia do seu computador - Climate Savers Computing


Iniciada pelo Google em Intel em 2007, a iniciativa Climate Savers Computing é um grupo, sem fins lucrativos, de consumidores eco-conscientes, empresas e organicações conservacionistas que têm como objetivo promover o desenvolvimento, uso e adoção de tecnologias inteligentes que possa melhorar a eficiência e a redução do consumo de energia pelos computadores.

E para fazer parte deste grupo, basta você usar OPÇÕES DE ENERGIA NO PAINEL DE CONTROLE do seu computador, otimizando ainda mais o consumo de energia da sua máquina nas pausas de uso no dia a dia, por exemplo, quando vc sai para almoçar, costuma colocar seu micro para DORMIR, HIBERNAR, ou vc simplesmente DESLIGA O MONITOR?

COLOCANDO O MICRO PARA DORMIR
Essa opção mantém a máquina ligada, porém em estado de letargia, ou seja, a ecomomia aqui depende de diversos fatores, como o tipo de hardware e as características do sistema operacional, e quando o usuário retoma o trabalho, um simples toque no teclado ou movimento do mouse faz a máquina "acordar" e em poucos segundos a tela se ilumina e os discos voltam a girar e o trabalho pode proseguir de onde parou.

COLOCANDO O MICRO PARA HIBERNAR
Já "hibernar" vai além, decorrido certo período (também ajustado pelo usuário) sem que qualquer atividade seja detectada, a máquina preserva seu estado e desliga-se, e neste caso a economia de energia é absoluta, porém para recomeçar a trabalhar há que se efetuar todo o procedimento de inicialização do micro, mas é diferente de uma inicialização comum, pode-se retomar o trabalho exatamente do ponto em que a máquina estava quando "hibernou", já que os programas que estavam em uso voltam a ser carregados e os arquivos são abertos exatamente no ponto em que foram fechados.

Pode-se ajustar o micro para "dormir" ou "hibernar" após certo período de inatividade, e se quiser que ele entre imediatamente em um destes estados, basta selecioná-lo no meu "Desligar" do Windows.

EM RESUMO
Se você encerrou suas atividades, grave seus arquivos, feche os programas e DESLIGUE o micro, se precisar apenas interrompê-la para retomá-las, digamos, no dia seguinte ou após algumas horas, mande-o HIBERNAR, e se pretender retomar o trabalho após uma interrupção menos demorada, faça-o DORMIR.

QUANDO VOCÊ ECONOMIZA ENERGIA, VOCÊ TAMBÉM REDUZ O IMPACTO NO MEIO AMBIENTE, UMA PEQUENA ATITUDE MAS UMA PODEROSA AÇÃO.
Fonte: AJA Brasil - www.aja.org.br - Climate Savers Computing

Chega de sufocar o planeta!


Esta é a frase da campanha dos supermercados de Jundiaí para dar fim ao uso das sacolinhas de plástico.

Representantes de várias redes definiram as peças publicitárias que serão usadas além de debaterem sobre os modelos de sacolas retornáveis que poderão entrar como opção de venda para os consumidores.
Ainda existe um projeto para difusão de um carrinho feito em plástico reciclável, com cestas de encaixe, que poderão ser usados como alternativa na campanha em prol do meio ambiente.

O prazo para que as sacolas plásticas sejam abolidas dos mercados em Jundiaí é 30 de agosto. Depois disso, os estabelecimentos oferecerão um modelo feito com amido de milho que é compostável, ou biodegradável depois de 180 dias.

"A campanha de conscientização começou em junho. Agora vamos colocar outdoors, busdoor (publicidade na traseira de ônibus) e publicidades em jornais, rádios e emissoras de TV para que as donas de casa estejam conscientes do prazo", explica o vice-presidente de centrais de negócios da Associação Paulista de Supermercados (Apas) e presidente da Rede Parceiros de Supermercados de Jundiaí, Edivaldo Bronzeri.

O custo da campanha está orçado em R$ 140 mil, entre todas as mídias. As sacolas que serão oferecidas pelos supermercados não terão a logomarca da rede. Todas serão padronizadas com o logotipo da campanha e serão comercializadas por R$ 0,19 a unidade. Cada supermercado poderá incrementar o leque de sacolas com as retornáveis, que são feitas em pano, lona e náilon, entre outros materiais, e serão vendidas mas ainda estão sem valor estipulado.

Alternativas - A reunião realizada ontem contou com a participação de representantes de redes de supermercados. Juntos, são responsáveis por 95% do fornecimento de sacolas plásticas da cidade, o que representa um movimento de 15 milhões de sacolas/mês. "Estamos estudando alternativas como os carrinhos de plástico reciclado. A ideia é que as pessoas tenham a cestinha e só a encaixem no carrinho. Na hora de passar no caixa, é só desencaixar", comenta Bronzeri. Esse tipo de carrinho é apenas uma sugestão que está sendo feita para as redes. Em Jundiaí, somente alguns estabelecimentos já adotaram o aparato. "O custo não está em discussão. Estamos pensando no futuro do meio ambiente", salienta Bronzeri.

E dá-lhe o setor varejista cuidando do meio ambiente!
Tenho orgulho de fazer parte.
Fonte: Latin American Foruns - Serra do Japi - Jundiaí.

PUMA inova sua embalagem


Após 21 meses de pesquisa, duas mil idéias e mais de 40 protótipos, a Puma revelou o seu novo sistema de embalagem, que substitui as caixas de papelão.

Desenvolvido pelo designer industrial Yves Béhar, o lançamento substituirá todas as caixas presentes no varejo até o segundo semestre de 2011.

A embalagem é composta por duas partes: uma sacola feita com plástico de garrafas recicladas, e um cartão dobrável com encaixes, que protege o calçado sem precisar de cola.

De acordo com a Puma, a embalagem que recebeu o nome de "Saquinho Inteligente", diminui o uso de cerca de 29 milhões de sacolas plásticas, reduz o uso de água e energia em 25%, emite 25% menos CO2, e minimiza o uso de papel em 75% e de papelão em 65%.

Parabéns para a Puma, pela iniciativa.
Fonte: Revista Atitude Sustentável

SWU - Starts With You


Você já deve ter ouvido falar sobre o Protocolo de Quioto, a Conferência de Copenhague e de reuniões entre países para reduzir a emissão de gases poluentes, certo? Mas, quantas pessoas já leram algum desses acordos – e mais: o que isso tudo tem a ver com a sua vida?

Sim, essas grandes conferências e decisões são muito importantes. O problema é que, vendo as coisas acontecendo lá longe, na TV ou no jornal, parece que tudo está além de nosso alcance, que não podemos fazer nada para ajudar.
Ok, o planeta tem que ser mais sustentável, mas, o que nós temos a ver com isso?

O SWU (Starts With You – Começa Com Você) é um movimento de conscientização em prol da sustentabilidade que tem o intuito de mobilizar o maior número possível de pessoas em torno da causa, mostrando que, por meio de pequenas ações, com simples atitudes individuais do seu dia a dia, é possível ajudar a construir um mundo melhor para se viver. O movimento nasceu da iniciativa de Eduardo Fischer, presidente do Grupo Totalcom, e parte da convicção de que pequenas atitudes podem gerar grandes mudanças.

Não poder resolver os grandes problemas do noticiário não significa que você está de mãos atadas. A primeira coisa que você pode fazer para salvar o planeta é fazer alguma coisa. Simples assim. Mude hábitos, mostre que é possível e, desta forma, contagie aquele que está aí, do seu lado. Começa com você!

E se unirmos todo esse movimento com música fica gostoso não fica?
Confira a programação do SWU no site http://www.swu.com.br/pt/festival/
Fonte: SWU - Pequenas atitudes geram grandes mudanças.

Banho Sustentável

Tomar banho demorado no inverno é bem comum mas nada bom. Então, que tal tornar esse banho sustentável?
Esse é o propósito do Eco Shower Slim, um controlador de temperatura de chuveiro que garante economias superiores a 40% nas contas de água e energia, segundo testes realizados pela Universidade Federal de Itajubá (Unifei).
O produto ainda prolonga a vida útil do chuveiro e da resistência elétrica e oferece segurança contra choques elétricos, conforto e praticidade no ajuste da temperatura do banho. É facilmente instalado em qualquer chuveiro elétrico (110 ou 220V).
Como a energia é a potência demandada em um período de tempo, o Eco Shower Slim também controla a energia elétrica consumida pelo chuveiro, permitindo o ajuste da temperatura da água.
Onde comprar: www.ecoshower.com.br, custa em torno de R$ 105,00.
Fonte: Revista Atitude Sustentável

iPhone Solar


iPhone, Smartphone, iPod, aparelhos extremamente utilizados ao redor do mundo, e como todo equipamento eletrônico, consomem energia para recarregá-los.
Por isso apareceu o Solar Surge, um equipamento que utiliza energia solar para carregar iPhones e iPods, desenvolvido pela Novothink, o produto funciona como uma capa de celular e transforma a energia do sol - captada pelo pequeno painel solar acoplado - em eletricidade diretamente para o aparelho.
Na lateral do Solar Surge, existem quatro luzes que indicam a situação da bateria e se a incidência de sol é suficiente.
Quando a carga está completa, o produto armazena energia em uma bateria interna para utilizá-la quando necessário. O Solar Surge já foi aprovado pela Apple e é compatível com os modelos mais recentes do iPhone e iPod, custa 69,99 dólares e está disponível em diversas cores.

Bom, parte do ano você fica sem usar por causa do inverno (risos).
Fonte: Revista Atitude Sustentável - http://www.atitudesustentavel.com.br/

Faxina Urbana - Arte


Com um pano úmido na mão e uma idéia na cabeça, o artista plástico Alexandre Órion transformou um túnel de São Paulo em um alerta sobre a poluição.

Durante 13 madrugadas seguidas, Alexandre Órion, 27 anos, cumpriu o mesmo ritual. Usando um respirador, chegava ao túnel Max Feffer, que liga a avenida Europa à avenida Cidade Jardim, em São Paulo, instalava-se no único corredor para pedestres que a passagem possui, e durante quase oito horas percorria as paredes com seus movimentos artísticos. 

Em um túnel monitorado por câmeras, milhares de caveiras foram desenhadas, insinuando um sítio arqueológico urbano. E o mais legal disso é que no lugar da previsível lata de spray Alexandre usava apenas um pano úmido, com o qual retirava a fuligem da parede e desenhava as tais caveiras.

A idéia surgiu quando Órion reparou que as paredes do túnel, originalmente amarelas, estavam completamente pretas meses depois da inauguração. "Fiquei intrigado com aquilo, achando que talvez fosse por causa do material." Parou para tirar a prova: era fuligem acumulada. "Sabia que podia fazer alguma coisa, tinha descoberto uma possibilidade técnica." Sim, era possível usar a poluição como matéria-prima para tratar dela mesma. "Se eu removesse a fuligem, sobrariam crânios, como um sítio arqueológico." A simulação de uma caverna também casava-se muito bem com um lugar que não foi construído para pedestres. "Acho curioso você pensar em um modelo de cidade onde vários lugares são destinados ao carro, que te exclui. É elitista."

As pessoas o questionavam sobre a escolha dos crânios. "Era uma mensagem agressiva, mas não era gratuita ou irresponsável. Tinha fundamento. Talvez se tivesse colocado flores elas estariam lá até agora, não teriam incomodado ninguém. Mas seria passar a mão na cabeça, seria dizer: 'Continuem poluindo que eu faço flores'", conta.

A escolha daquele túnel era proposital por levar ao Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista. As visitas da polícia eram constantes, desde a primeira madrugada. "O curioso era ver a desconstrução da autoridade. Toda primeira abordagem tinha uma postura agressiva: 'O que você está fazendo?', eles perguntavam. Eu respondia que estava limpando, bem provocador mesmo. Eles duvidavam e eu mostrava o pano para provar. A autoridade sumia, porque era realmente curioso ver 200 metros de crânio e perceber que aquilo era somente limpeza."

BORRACHA

Na metade da 13ª madrugada, três caminhões-pipa da prefeitura apagaram somente os 300 metros (cerca de 3.500 caveiras) desenhados por Alexandre. "Eles não queriam meu trabalho lá. Tentaram me impedir e não conseguiram, porque limpar não é crime, mas cometeram um outro, que é o da censura." Com a limpeza, ele partiu então para outro túnel, o da avenida Rebouças, bem próximo dali. "As pessoas falam que meu projeto deu certo porque decidiram limpar o túnel. Mas limpar não basta. É dizer: 'Pode continuar sujando que a gente vai limpar'. A questão é parar de poluir", diz.

As caveiras são apenas uma etapa de um projeto maior. "Estou trabalhando em algo que fala de poluição em vários sentidos." Órion está usando a fuligem que recolheu do túnel para um outro trabalho. Dos panos que usou para desenhar as caveiras, decantou a fuligem e criou tinta para telas que ele pinta atualmente. "Por subtração, eu fiz o trabalho do túnel. Por adição, eu estou usando a mesma fuligem nas telas e falando de vida."
Fonte: Planeta Sustentável/Revista MTV